Olá amigos! Vocês já ouviram falar na famosa “pirâmide de preços?”
Muitos varejistas e e-commerces não aproveitam em sua plenitude, a estratégia de produto e pirâmide de preços.
Geralmente classificamos os produtos em básicos, básicos-modais ou “core” da coleção e moda (fashion).
No entanto, dentro desta classificação ainda existe a classificação de preços que podem ir de P1 a P4 ou P5. O mais comum é termos faixas de preço para P1, P2 e P3.
Por que isso é tão importante? Essa classificação passa por uma análise de valor percebido e entrega de valor ao cliente e será importantíssima para a diferenciação entre os produtos.
Essa estratégia permite que você possa oferecer um sortimento maior de opções despertando o interesse e a vontade do consumidor em adquirir algo de maior valor.
O ponto chave aqui é que esta estratégia deve de fato, estar relacionada com o valor percebido em cada produto. Cobrar algo a mais sem que o cliente possa entender o porquê, não se caracterizará como uma correta pirâmide de preços.
Um exemplo clássico é você oferecer um produto com uma estampa de um personagem licenciado (ex: Disney) a um preço maior que outro igual, mas sem a licença. Afinal, se pagamos “royalties” para usar aquele “personagem” espera-se que o cliente valorize, tenha o devido interesse e pague a mais por ele.
As faixas de preço devem ser fáceis de entendimento e percepção. EX: 19,90 – 25,90 – 29,90…. Cada rede possui a sua “tabela” , mas ela deve ser simples o suficiente para encaixarmos a estratégia de pirâmide de preços.
Se a quantidade de preços na tabela for excessiva e seus valores muito próximos uns dos outros, mais difícil será o entendimento do cliente na formação e estratégia da “pirâmide” de preços.
Você já teve dificuldade de compreender os porquês de alguns preços no varejo em relação a outros produtos similares?
Marco Muraro